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Dicas, Mercado

1. Tempo e Duração


A primeira vantagem de se fazer um curso técnico é o tempo de duração. No geral, eles duram entre um ano e meio a dois. Isso agiliza a entrada no mercado de trabalho de quem quer ganhar autonomia financeira sem precisar esperar quatro ou cinco anos (como acontece em um curso universitário regular).

“Em um curso técnico a gente aprende muitas coisas na prática em um curto período de tempo. Isso possibilita que a pessoa tenha uma profissão rapidamente e já comece a trabalhar”, destaca Rodrigo Alves, técnico em telecomunicações, formado no SENAI Roberto Simonsen, em São Paulo.

Nilton de Vales, professor de Empreendedorismo e Gestão de Processos, concorda: “Em pouco tempo, você será um profissional capacitado e terá um grande conhecimento prático da função que irá exercer”.


2. Mercado de Trabalho

Por estarem muitas vezes relacionados a tecnologia ou carreiras promissoras, a entrada no mercado de trabalho com um curso técnico não é difícil – muito pelo contrário.

No geral, as próprias escolas têm parcerias e convênios com empresas do ramo do curso, o que facilita a busca por emprego.

”As oportunidades de estágios aparecem rapidamente, possibilitando que qualquer pessoa seja efetivada na área que estudou”, destaca Rodrigo. “Isso livra o estudante de ter que procurar algum trabalho na sua área sem ter experiência, já que exigem isso o tempo inteiro.”


3. Primeiro passo para sua Carreira

O curso técnico pode ser a porta de entrada para uma carreira que você queira fazer um curso superior no futuro. 

“O técnico já vai te preparar para sua graduação e trará uma boa base”, enfatiza Rodrigo Alves. “Quando você entra na faculdade, já sabe o que lhe espera e pode até ter uma experiência profissional. Isso facilita a vida com matérias mais complicadas”,

Além do auxílio acadêmico, Nilton de Vales acredita que frequentar o ensino técnico auxilia o estudante a criar disciplina na hora do estudo. “O curso desenvolve autoconhecimento e autocontrole para a pessoa que vai estudar. Isso facilita bastante.”


4. Nunca é tarde

As salas de aula de cursos técnicos têm diversos perfis de alunos. Dois deles, entretanto, se destacam: o primeiro é composto por jovens que estão concluindo o ensino médio e já buscam um espaço no mercado de trabalho.

Já o segundo grupo é formado por pessoas de meia idade. “São pessoas de 40, 50 anos, que querem mudar de área e começar em uma nova profissão”, destaca Nilton. 

Não importa a idade ou o objetivo do estudante. Para se fazer um curso técnico é preciso uma palavra: vontade. Daí você deve, então, se perguntar se tem essa vontade e está preparado para mudar a sua carreira.


5. Custo-Benefício

Quando comparados ao ensino superior, os cursos técnicos têm valores de mensalidade mais acessíveis. Em muitas escolas, como ETEC e SENAI, eles são gratuitos. Para conquistar a chance de entrar nessas unidades de ensino, é preciso fazer um vestibular. Além disso, essas escolas especializadas estão espalhadas em todas regiões do país.

“A facilidade de encontrar uma escola técnica perto de sua casa é bem maior. Isso a torna mais acessível. Com uma breve pesquisa a pessoa pode encontrar algum curso que ela queira e a partir dali já começar a ter uma vivência com uma profissão que ela aprenderá”, finaliza Rodrigo.


Conheça 4 cursos capazes de mudar sua carreira:
• Mecatrônica
• Mecânica
• Plásticos
• Administração

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Dicas, Mercado

O mercado de trabalho está favorável para aqueles que possuem um diploma de técnico, e talvez seja possível já começar a ganhar dinheiro antes mesmo de finalizar a formação. Dependendo do curso, o aluno tem a oportunidade de estagiar ainda no começo dos estudos e, assim, já garantir uma renda extra.


Além disso, é muito comum que, ao finalizar a formação, os alunos já saiam do curso com uma vaga garantida no mercado de trabalho. O curso técnico ainda representa um forte diferencial no currículo daqueles que fizeram o técnico integrado ao ensino médio.

Não somos nós que falamos, veja essa reportagem do Jornal Nacional:

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Mercado, Notícias

Mesmo com a pandemia do coronavírus, o setor das empresas cresceu em média 22% em relação ao mesmo período analisado em 2019. Os dados são da Prefeitura de Indaiatuba, e revelam ainda que, este ano, vários empreendimentos nos setores industriais, comerciais e de serviços tiveram início na cidade.


De janeiro a junho de 2019,  houve abertura de 24 indústrias, 300 e 1.109 locais de serviços no município, entre eles, barbearias, salões de beleza, estética, entre outros. Já em 2020, foram instaladas 39 indústrias (62% a mais, em relação ao ano passado), e abertos 305 comércios (1%) e 1.161 postos de serviços (alta de 4%). Somadas e divididas as três altas percentuais, acha-se a média de crescimento neste ano, 22%.


Segundo a Administração municipal, os dados surpreendem as expectativas, tendo em vista o momento de crise econômica e sanitária no país. Em relação às atividades comerciais que fecharam suas portas em 2019, de março a junho estão 11 indústrias, 107 comércios e 260 empresas do setor de serviços, número menor ainda em 2020, que de março a junho, tiveram cinco baixas no setor industrial, 63 no comércio e 162 na área de serviços, um impacto em média 55% menor do que o sofrido em 2019.


Para o prefeito Nilson Gaspar (MDB), as notícias são boas, mas isso não diminui o impacto da pandemia nos comércios, que poderiam crescer muito mais neste ano. “A gente continua empenhado em orientar, ajudar, auxiliar os comerciantes, os empresários da nossa cidade que sustentam a economia de Indaiatuba. Eu só tenho a agradecer os comerciantes pela paciência e dedicação em ajudar a administração e o crescimento cada vez mais da cidade. Nós não vamos relaxar nos números, e não vamos medir esforços para continuar ajudando os que mais precisam, sejam eles, pequenos e grandes empresários ou população em geral. Vamos firme na luta que isso tudo vai passar”, comentou.


Fonte: Jornal Mais Expressão

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